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Gilson estende fechamento das fábricas de sapatos até o dia 7 de abril

24/03/2020
A Prefeitura de Franca publica ainda na noite desta segunda-feira o novo decreto de emergência por conta da pandemia do coronavírus. Entre uma série de medidas, o prefeito Gilson de Souza (DEM) estabelece que as fábricas de sapatos continuem fechadas. Mas, agora, até o dia 7 de abril.
 
O Comitê Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus em Franca está fazendo uma série de correções, ajustes e adaptações no decreto municipal em relação ao que foi publicado pelo governador João Doria, no último sábado, e que passa a vigorar nesta terça-feira, 24, em todos os 645 municípios do Estado de São Paulo.
 
Foram estendidas até o dia 7 de abril praticamente todas as restrições previstas no decreto municipal publicado na última quinta-feira, 19, e que seriam encerradas nesta sexta-feira, 27. A nova data é a mesma imposta pelo decreto estadual.
O que muda em relação às normas em vigor até agora é que, seguindo o governador João Doria (PSDB), o prefeito Gilson de Souza irá liberar o funcionamento de indústrias. Mas, aqui em Franca, poderão trabalhar apenas as de pequeno porte, tipo marmorarias. Os curtumes, em algumas etapas de produção, também serão liberados.
 
No caso das fábricas de sapatos e das bancas de pesponto, a decisão foi mantê-las fechadas. Mas, agora, até o dia 7 de abril.
Segundo o secretário municipal de Administração e Recurso Humano, Luís Roberto de Oliveira, o Comitê de Enfrentamento deve se reunir nesta terça ou quarta-feira com o sindicato dos trabalhadores, o sindicato da indústria e o Ministério Público para buscar uma decisão consensual.
Segundo ele, as autoridades de Saúde acreditam ser muito perigoso permitir que espaços como os das indústrias de sapatos operem com aglomeração de pessoas. Outro motivo de preocupação é o impacto que a liberação do funcionamento das fábricas possa causar no transporte coletivo, outra área sensível e facilitadora da proliferação do vírus.
Caso nada de diferente do que será decretado ainda na noite desta segunda-feira surja deste encontro entre Prefeitura, sindicatos e Promotoria, as fábricas de calçados deverão continuar fechadas por mais 15 dias.
No caso dos call centers, o prefeito segue o governador e libera o funcionamento, desde que todas as recomendações sanitárias sejam respeitadas, como distância mínima entre funcionários e regras de higienização.
No setor de construção civil, está liberada a presença de até 10 trabalhadores no canteiro de obras. Portanto, grandes empreendimentos terão de reduzir o número de operários. Já as pequenas reformas ou construção não serão afetadas.
Na área de prestação de serviços, oficinas mecânicas e borracharias estão liberadas, como prevê o decreto estadual. Já escritórios de advocacia e de contabilidade, cabeleireiros e salões de beleza poderão funcionar, desde que seja com as portas fechadas ao público e com atendimento por agendamento.
 
 

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